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O presente artigo é resultado de uma pesquisa-ação, no processo de aprendizagem
vivenciado e em constante transição, não só na disciplina de Estágio nos Anos Iniciais nos Países da Integração, que é uma componente obrigatória do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia do semestre 2018.2, na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro Brasileira – Unilab, campus Acarape, Ceará, mas que se deu, também, numa pesquisa autobiográfica desde que as histórias dos meus pais, dos pais dos meus pais e de todas e todos fossem construídas coletivamente e historicamente. Foram trajetórias que colaboraram com meu crescimento psicológico, educacional, espiritual e profissional. Soma-se ao conjunto de elementos de aprendizagem que o estágio proporciona, o debate sobre a inclusão de crianças com deficiência, pautando a necessidade do pensamento sobre uma Pedagogia que inclua, de fato, a diversidade e diferenças na sala de aula. Autores como Lima (2003, p.51), Kleiman (1995), Freire (1996), dentre outros, deram-nos as bases para a observação da “dimensão coletiva dentro
do envolvimento teórico-prático do projeto coletivo do estágio e sua dimensão maior de
formação do educador” (2003, p.51), bem como a organização reflexiva do pensamento e
a percepção do ensino como “um ato de liberdade e autoridade” (1996, p.117). Portanto,
reafirmamos com os autores em tela que a sala de aula é um campo de pesquisa e
construção do saber na prática docente. |
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