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Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em uma pesquisa realizada no ano
2021, um em cada dez adolescentes (13,2%), já se sentiu ameaçado, ofendido e humilhado na escola,
e isso tem se intensificado com o uso cada vez mais incorporado ao cotidiano das redes sociais ou
aplicativos, situação em que esse percentual cresce. Embora os dados sejam alarmantes, muitas escolas
continuam atenuando essas manifestações de violência, conceituando-as como “brincadeiras”,
desconsiderando, assim, que estes tipos de violência podem levar a graves consequências para a vida
das vítimas. Com base nisso, este artigo tem como objetivo compreender como o bullying psicológico
e verbal se manifestam na educação básica e como podem afetar a história de vida do sujeito vítima de
agressão. Para isto, realizamos uma pesquisa bibliográfica, pela qual revisamos estudos sobre violência
de Duboc, M. et al (2021), Paviani, (2016) ELZA et al, (2014), SANTOS (1996), bullying e formas de
prevenção e enfrentamento no ambiente escolar (M. J. O., Pimentel, S. C., Carneiro, J. R., & de Matos,
A. L. G. (2021). Com base nesta revisão, verificamos que o bullying verbal e psicológico tem sido
deslegitimado pela escola e embora a literatura considere essas manifestações de violência com alto
teor de violência, esses tipos têm sido ensejados no espaço escolar talvez por despreparo do corpo
pedagógico. |
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