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O presente trabalho procurou compreender sobre as políticas linguísticas e suas ações
com o status do kriol guineense. Sendo assim, buscamos apontar as consequências que essas
políticas trouxeram para a sociedade guineense e qual seria o mecanismo a ser usado a partir de
então. Assim, apresentamos uma discussão teórica sobre as políticas linguísticas, baseando em
autores que falaram sobre tal matéria, como Calvet (2002, 2007), Sampa e Lopes (2017), Namone
e Timbane (1996), entre outros. Buscamos exemplificar como é que essas políticas atuam na
sociedade guineense e seu impacto no ensino escolar. O pouco contato com a língua oficial e a
questão de não implementação da língua kriol no ensino guineense são fatores que afastam os
guineenses do mundo da ciência impossibilitando, assim, sua compreensão. Com tudo isso,
compreendemos, a partir deste estudo, que é fundamental fazer com que a língua kriol seja
valorizada. Algumas dessas ações seriam: engajamento do Estado guineense na construção de
uma nova política educacional voltada à realidade do país; a valorização do kriol como sendo a
língua nacional e materna da maior parte dos guineenses, algo que faria com que a língua kriol
passasse a ser ensinada nas escolas do país. Se levarmos tudo isso em consideração, acreditamos
que tais medidas poderiam contribuir na política educacional do país. |
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