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Este estudo tem como problemática qual o contexto de atuação do Profissional de Apoio em
escolas no Maciço de Baturité, e tem como objetivo refletir sobre sua atuação com crianças no
espectro do autismo, e dimensionar a demanda por esses profissionais nesta região. O estudo é
relevante por se tratar de uma profissão recente, que foi oficialmente regulamentada somente
em 2015, com a Lei Brasileira de Inclusão, e que não tem seus contornos devidamente
definidos. Como metodologia, utilizamos capítulos teóricos e questionário do Google Forms,
respondido por 09 pessoas. Nos resultados, entendeu-se que os(as) Profissionais de Apoio que
atuam nas escolas do Maciço de Baturité vivem uma realidade onde a criança é colocada
inteiramente sob responsabilidade desse profissional, ficando excluídos os outros agentes da
inclusão. Então, quando se trata de crianças no espectro do autismo, não há, de fato, uma
inclusão, porque tanto esse profissional quanto essas crianças, são desvalorizados em seu
ambiente escolar. Por fim, concluímos que o lugar que o Profissional de Apoio ocupa na
escola é um espaço de desvalorização de seu trabalho, enquanto categoria, e a consequente
dificuldade de inclusão de crianças no espectro do autismo. |
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