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“A afrodescendência também se fala”: rastros das línguas angolanas de origem africana no português da Bahia: análise das narrativas de identidade negra

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dc.contributor.author Santos, Rebeca Crislange César
dc.date.accessioned 2026-10-08T11:53:06Z
dc.date.available 2026-10-08T11:53:06Z
dc.date.issued 2026-07-06
dc.identifier.citation SANTOS, R. C. C. (2026) pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/8253
dc.description SANTOS, Rebeca Crislange César. “A afrodescendência também se fala”: rastros das línguas angolanas de origem africana no português da Bahia: análise das narrativas de identidade negra. 2026. 37 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa) - Instituto de Humanidades e Letras dos Malês, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, São Francisco do Conde, 2026. pt_BR
dc.description.abstract O presente trabalho investiga a presença de rastros das línguas angolanas no português falado na Bahia, analisando de que forma esses elementos linguísticos se relacionam com as narrativas de identidade negra e com a preservação da memória afrodescendente. Parte-se da compreensão de que a língua constitui um espaço de memória, pertencimento e resistência cultural, sendo também um importante instrumento de transmissão de heranças históricas e culturais. A pesquisa busca responder em que medida a presença de elementos linguísticos angolanos no português da Bahia revela formas de afrodescendência historicamente invisibilizadas pelas narrativas tradicionais sobre identidade negra. O objetivo geral consiste em analisar como os vestígios das línguas angolanas presentes no português da Bahia constituem expressões da afrodescendência e da memória da diáspora africana. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, bibliográfica e exploratória, complementada pela análise de 30 trabalhos acadêmicos disponíveis em repositórios de universidades brasileiras, sendo 10 teses, 10 dissertações e 10 monografias. O estudo fundamenta-se nos pressupostos da Sociolinguística, da Lexicologia, do contato linguístico e dos estudos afro-brasileiros. A análise dos dados evidencia que o léxico de origem angolana permanece vivo na variedade baiana do português, especialmente em campos semânticos relacionados à culinária, à musicalidade, à religiosidade, à afetividade e à oralidade popular. Além disso, os participantes demonstram diferentes níveis de reconhecimento dessas heranças linguísticas, revelando que tais vocábulos funcionam como marcadores identitários e formas de resistência cultural. Conclui-se que a influência das línguas angolanas ultrapassa o campo lexical, constituindo parte fundamental da formação histórica, cultural e sociolinguística do português brasileiro e da construção da identidade afrodescendente na Bahia. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.subject Lexicologia pt_BR
dc.subject Língua portuguesa – Africanismos pt_BR
dc.subject Negros – Identidade racial pt_BR
dc.subject Falantes da língua de herança – Bahia pt_BR
dc.title “A afrodescendência também se fala”: rastros das línguas angolanas de origem africana no português da Bahia: análise das narrativas de identidade negra pt_BR
dc.type Article pt_BR


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